Para prefeitos, eleições são “arma” contra parlamentares
Os prefeitos participantes do Fórum Regional em Defesa dos Municípios, realizado na última terça-feira em Natal, decidiram que as eleições gerais deste ano são a ‘‘arma’’ de que precisavam para pressionar os parlamentares e candidatos à presidência da República a defenderem questões de interesse da municipalidade. O presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Paulo Roberto Ziulkoski, afirmou aos prefeitos norte-rio-grandenses que ‘‘esse é o momento’’ e o poder de decisão está nas mãos dos gestores municipais.
O assunto foi a tônica das discussões que duraram todo o dia, onde os mais de 200 inscritos (cerca de 70 eram prefeitos) ouviram de especialistas trazidos pela CNM orientações sobre sistema previdenciário e os pregões eletrônicos. ‘‘As eleições serão o momento de os prefeitos responderem àqueles parlamentares que não defenderam as causas municipalistas’’, afirmou.
O presidente da Femurn e prefeito de Parnamirim, Agnelo Alves, criticou a reforma tributária e a falta de transparência no tratamento do dinheiro arrecadado. Para ele, a reforma apresenta várias imperfeições e mais uma vez pune os municípios. ‘‘Na última marcha dos prefeitos à Brasília, lembro que sequer fomos recebidos pelos parlamentares para tratar do 1% sobre o percentual do Fundo de Participação dos Municípios. Eles vão voltar, nas eleições, para buscar nossos votos. Se não tomarmos posição aí restará a fase da lamentação’’, afirmou Agnelo Alves.
O presidente da CNM criticou também alguns prefeitos, que aceitam situações colocadas pelo governo federal observando apenas a questão financeira daquele momento, e não percebem que no final o município perde. (Fonte: Diário de Natal)
O assunto foi a tônica das discussões que duraram todo o dia, onde os mais de 200 inscritos (cerca de 70 eram prefeitos) ouviram de especialistas trazidos pela CNM orientações sobre sistema previdenciário e os pregões eletrônicos. ‘‘As eleições serão o momento de os prefeitos responderem àqueles parlamentares que não defenderam as causas municipalistas’’, afirmou.
O presidente da Femurn e prefeito de Parnamirim, Agnelo Alves, criticou a reforma tributária e a falta de transparência no tratamento do dinheiro arrecadado. Para ele, a reforma apresenta várias imperfeições e mais uma vez pune os municípios. ‘‘Na última marcha dos prefeitos à Brasília, lembro que sequer fomos recebidos pelos parlamentares para tratar do 1% sobre o percentual do Fundo de Participação dos Municípios. Eles vão voltar, nas eleições, para buscar nossos votos. Se não tomarmos posição aí restará a fase da lamentação’’, afirmou Agnelo Alves.
O presidente da CNM criticou também alguns prefeitos, que aceitam situações colocadas pelo governo federal observando apenas a questão financeira daquele momento, e não percebem que no final o município perde. (Fonte: Diário de Natal)



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